E esse “algo” me sufocava, queimava dentro da…da… sei lá, queimava aonde ficam os sentimentos inexplicáveis.
Bem, foi lá, e eu tentara apagar esse incêndio com um dilúvio de desculpas mas de cada gota algo fazia uso, para tornar-se brasa talvez, para que eu não soubesse se ele estava lá, talvez só para viver, queria cuspi-lo grita-lo mas não o consegui, em fim pus -lo em palavras ele se diluiu, letra após letra, ponto pós ponto, assim só vi, que algumas coisas não podem ser apagadas, são parte de nós, existem, e se ainda não podemos dar fim a estas, deixar-la-emos existir, algo sempre estará queimando, antes que queime papel do que a mim.
Engraçado, ninguém quer entrar nesse cata vento chamado rotina mas me parece bem agradável, e penso que a muitos outros, todo esse clichê, com o qual tentamos preencher tanto a nós, quanto a vida
Depois de dar abrigo a tantos amores passageiros. Depois de se hospedar em corações sem aconchego. Decidiu-se por fim, e fez morada em si.
(via detalhares)
Não sou pra todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.
Vem comigo, vamos procurar abrigo para os dois dentro de nós.
Queria eu acreditar no amor como uma criança acredita em histórias de terror, queria eu achar que, o amor assim como uma flor brota devagar e cheia de beleza, queria mesmo é ser tão ingênua a ponto de amar, ficar boba só pra variar.
Eu sei a verdade agora. Sei quem você é. E eu não te amo mais.
